Hospedado pelo Qlyne
O conector hospedado é o proxy do Qlyne rodando nos servidores do Qlyne. O seu domínio aponta para o Qlyne, o Qlyne busca as páginas nos seus servidores (as origens) e aplica as suas regras no caminho. Nada para instalar, então serve para hospedagem compartilhada e para qualquer lugar onde Docker não é opção. Regras, relatórios e painel são os mesmos dos outros conectores.
Escolha este caminho quando não dá para rodar nada ao lado do seu site. Se o domínio já está na Cloudflare, o Worker da Cloudflare é mais leve; se você tem servidor próprio, o proxy do Qlyne deixa tudo do seu lado.
1. Confirme o domínio
Seção intitulada “1. Confirme o domínio”Abra o site no painel e vá em Configurações. Defina o domínio e adicione o registro TXT que aparece (_qlyne.seu-dominio) no seu provedor de DNS, depois clique em Conferir. A hospedagem exige domínio confirmado, porque o Qlyne vai responder por ele.
2. Diga ao Qlyne onde está o seu site
Seção intitulada “2. Diga ao Qlyne onde está o seu site”Vá em Conector › Hospedado pelo Qlyne e adicione os seus servidores:
- Cada origem é um endereço com
http://ouhttps://: um IP (https://203.0.113.9) ou um nome que não aponte para o Qlyne (https://origem.exemplo.com:8443). Só esquema, host e porta. - Com mais de uma origem, as visitas se dividem pelo peso (1 a 100). Um servidor que para de responder é pulado até voltar; nenhum servidor desliga a hospedagem.
- Conferir o certificado da origem fica ligado para origens
https://e confere o certificado pelo seu nome de host mesmo quando a origem é um IP. Desligue só para certificado autoassinado; a conexão continua cifrada. - Manter cada visitante na mesma origem é para apps que guardam sessão em memória. Vai por cookie; se aquela origem cair, o visitante muda.
- Cache de estáticos: CSS, JS, imagens e fontes que a sua origem manda como públicos com
max-ageficam no proxy por esse tempo, e o seu servidor não é batido a cada visita.
Os hosts cobertos são o seu domínio e o www por padrão. Adicione outros nomes dentro do domínio se o site responde neles.
3. Aponte o DNS para o Qlyne
Seção intitulada “3. Aponte o DNS para o Qlyne”A mesma tela mostra o endereço para apontar. No seu provedor de DNS, crie um registro A para cada host com esse endereço. Com o DNS na Cloudflare, deixe esses registros cinza (DNS only), senão o proxy da Cloudflare fica na frente do do Qlyne.
A tela avisa quando cada host já aponta para o Qlyne. O certificado é emitido na primeira visita depois da mudança do DNS, e as suas regras valem a partir daí. Até lá, nada muda para os visitantes.
4. Tranque a sua origem
Seção intitulada “4. Tranque a sua origem”Quem descobre o IP do seu servidor pula o Qlyne chamando ele direto. O Qlyne manda uma chave em todo pedido, no cabeçalho Qlyne-Origin-Key; faça o seu servidor recusar pedidos sem ela. A tela mostra a chave e o trecho para o seu servidor, por exemplo no nginx, dentro do bloco server:
if ($http_qlyne_origin_key != "SUA_CHAVE") { return 403; }O que você ganha
Seção intitulada “O que você ganha”HTTPS com certificados emitidos e renovados pelo Qlyne, HTTP/2, compressão, toda regra do painel (sala de espera, nota de robô e desafio, firewall, proteção de login, portões de acesso, cabeçalhos de segurança) e a impressão digital do TLS de cada visitante. Os pedidos à sua origem levam o endereço do visitante em X-Forwarded-For e X-Real-IP, e os cabeçalhos de sinais para o seu app.
Para desligar, tire as origens; aponte o DNS de volta para o seu servidor e o proxy para de responder pelo site em até um minuto.
A mesma tela está disponível para assistentes por MCP, com a ferramenta hosted-proxy.